Mercado

AI Brasil anuncia Anderson Soares como Chief AI Officer para ampliar atuação no país

Pesquisador do CEIA assume papel estratégico para conectar academia e mercado no ecossistema de IA

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O AI Brasil anunciou a contratação de Anderson Soares como Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO). O professor é fundador do CEIA, da Universidade Federal de Goiás, e também participou da criação do bacharelado em inteligência artificial da instituição.

O anúncio foi realizado durante o AI Brasil Day, que reuniu mais de 500 participantes presencialmente no Cubo Itaú, além de público online. O encontro contou com painéis, apresentações e debates sobre o avanço da inteligência artificial no país.

Soares passa a ocupar um papel central na nova fase do AI Brasil, que evolui de comunidade para uma plataforma voltada à conexão entre conteúdo, experiências e resultados. Desde maio de 2024, ele já integrava o conselho da organização e agora também assume a liderança das iniciativas de capacitação voltadas aos membros do ecossistema.

A contratação faz parte da estratégia de aproximar a pesquisa acadêmica das demandas do mercado, modelo adotado pelo CEIA.

“No CEIA, demonstramos que é possível transformar pesquisa acadêmica em soluções práticas, aplicando inteligência artificial e dados para enfrentar desafios reais da sociedade. No AI Brasil, damos um passo além ao expandir esse impacto para toda a comunidade e para as empresas brasileiras”, afirma Soares.

Para Pedro Chiamulera, fundador do AI Brasil, a chegada do professor reforça a conexão entre diferentes atores do setor. “Trazer o Anderson faz parte de nossa missão de enxergar a democratização da IA como estratégia de país e não como discurso: isso significa tornar mais acessíveis o conhecimento, o debate qualificado e a aplicação prática, conectando quem está construindo, implementando e decidindo os rumos da tecnologia no Brasil”, explica.

Segundo Chiamulera, o movimento busca reduzir a distância entre discussão e execução no uso da tecnologia. “Em vez de tratar a IA como tendência, pensamos nela como infraestrutura de desenvolvimento nacional, com impacto direto em produtividade, competitividade, serviços, indústria, educação e saúde. Com isso, queremos fazer o Brasil sair da posição de espectador e assumir protagonismo, construindo um modelo que forme pessoas, conecte instituições e transforme inteligência artificial em desenvolvimento real”, concluiu.

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