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GFT cresce 38% no Brasil e amplia receita global no primeiro semestre de 2026

Receita do grupo avançou 5%, para € 462,6 milhões, enquanto a América Latina se consolidou como um dos principais motores da expansão da companhia

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A GFT Technologies registrou crescimento de receita e lucratividade no primeiro semestre de 2026, em linha com as projeções para o ano. A companhia atribui o desempenho à estratégia centrada em inteligência artificial e à demanda por modernização de sistemas e migração para a nuvem.

Entre janeiro e junho, a receita global da GFT avançou 5%, alcançando € 462,6 milhões. O EBIT ajustado cresceu 8%, para € 32,6 milhões, enquanto o resultado antes dos impostos (EBT) aumentou 26%, chegando a € 24 milhões.

A América Latina teve papel de destaque nos resultados. A região, integrada ao segmento Américas e APAC, registrou alta de 14% na receita, para € 240,4 milhões. O Brasil apresentou crescimento de 38%, enquanto a Colômbia avançou 27%.

“O desempenho do Brasil, aliado ao forte crescimento da Colômbia, demonstra que a América Latina vive um momento muito consistente de adoção da IA em escala. Estamos acelerando projetos estratégicos de modernização em toda a região, combinando nossa expertise em engenharia de software com plataformas proprietárias como o Wynxx para gerar resultados concretos de negócio”, afirma Alessandro Buonopane, CEO da GFT Technologies Brasil e LATAM.

Alessandro Buonopane, CEO da GFT Technologies Brasil e LATAM (foto: reprodução)

O crescimento também foi distribuído entre os diferentes setores atendidos pela companhia. A área de Indústria e Outros teve alta de 14%, enquanto os negócios com seguradoras cresceram 7% e o segmento bancário avançou 3%.

Segundo Marco Santos, CEO global da GFT Technologies, a adoção da plataforma de IA agêntica Wynxx continua acelerando e contribuindo para projetos de transformação dos clientes. “Mais uma vez, nosso desempenho financeiro confirma que nossa estratégia centrada em IA está gerando resultados – operacional, comercial e geograficamente”, afirma.

Na Europa, a receita recuou 3%, para € 221,7 milhões, em um cenário de investimentos mais cautelosos em alguns mercados. Suíça e Espanha foram os destaques positivos, com crescimentos de 22% e 13%, respectivamente, enquanto a Alemanha registrou retração de 12%. Nos Estados Unidos, a receita ficou estável em euros, mas avançou 7% em moeda constante.

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