A Pulsus, empresa brasileira especializada no gerenciamento de dispositivos corporativos, ampliou seu portfólio Pulsus Agents com um agente de inteligência artificial voltado ao suporte técnico de funcionários. A ferramenta identifica problemas, executa procedimentos de recuperação e orienta usuários diretamente em dispositivos Android gerenciados, com o objetivo de reduzir o tempo de interrupção das atividades.
A solução já está em operação em alguns clientes e será apresentada em demonstrações ao vivo durante o Gartner IT Symposium/Xpo 2026, evento que começou ontem (19) e segue até quinta-feira (22), em Orlando, nos Estados Unidos.
Em um dos primeiros clientes, que administra mais de 10 mil dispositivos, um tipo recorrente de incidente era responsável por 55% dos chamados de suporte em campo. Segundo a Pulsus, com a utilização dos agentes para recuperar os equipamentos afetados, o tempo necessário para solucionar esse problema caiu de 20 horas para dois minutos.
IA para reduzir interrupções operacionais
Falhas em dispositivos e aplicativos podem afetar diretamente a produtividade de empresas cujas operações dependem de mobilidade. A indisponibilidade de uma ferramenta, por exemplo, pode atrasar atendimentos, comprometer prazos e dificultar a execução de tarefas. Em situações que envolvem obrigações contratuais ou operacionais, as interrupções também podem resultar em perdas financeiras e multas.
Esses impactos atingem atividades de diferentes setores, desde consultas a informações e registros de pedidos até o atendimento a clientes e a execução de serviços.
Com o novo agente, a Pulsus pretende aproximar o suporte técnico do próprio dispositivo, permitindo que a identificação e a recuperação de falhas ocorram sem depender exclusivamente dos fluxos tradicionais de atendimento. A proposta é reduzir o intervalo entre a interrupção e a retomada do trabalho.
“Quando um aplicativo essencial para, não é só o dispositivo que fica esperando. É uma pessoa que precisa concluir um atendimento, uma entrega ou uma tarefa. Estamos ampliando o papel da tecnologia: além de gerenciar o equipamento, queremos que ele participe da recuperação do trabalho. O valor da IA está nessa retomada, não apenas em responder mais rápido”, afirma Vinicius Boemeke, cofundador e CEO da Pulsus.
A iniciativa amplia a atuação da empresa no gerenciamento de dispositivos corporativos, incorporando recursos de inteligência artificial para automatizar a recuperação de falhas e reduzir obstáculos à continuidade das operações.






