A multinacional Adata prevê aplicar mais de R$ 400 milhões em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) no Brasil nos próximos cinco anos, impulsionada pela atualização das regras do PADIS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores e Displays), prevista para este ano.
Nos últimos anos, a companhia já destinou mais de R$ 125 milhões para P&D&I, e a expectativa é ampliar as iniciativas voltadas à inovação no país, assim como o desenvolvimento de novas tecnologias.
No Brasil, os investimentos se concentram na modernização de processos orientados pela indústria 4.0, com projetos de automação, visão computacional e inteligência artificial. Também inclui a incorporação de tecnologias de última geração em novos produtos na fábrica de semicondutores, no mesmo padrão aplicado mundialmente.
“Na ADATA, entendemos que inovação de verdade acontece quando conseguimos unir tecnologia de ponta, estética funcional e alto desempenho. Por isso, nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento seguem um objetivo claro, criar soluções que não apenas acompanham as tendências do mercado, mas que antecipam as necessidades dos usuários”, destaca Paulo Junior, presidente da ADATA no Brasil.
Entre as inovações já lançadas pela marca estão o circuito integrado de memória DDR5 — destinado a criação de conteúdo, jogos avançados e tarefas de alta demanda —, o circuito integrado flash e o circuito integrado LPDDRx, voltados para computadores e dispositivos móveis. Essas soluções envolvem investimentos significativos em processos de fabricação, montagem e testes.

A empresa mantém mais de 540 empregos diretos no país e laboratórios internos em suas fábricas de Santo Antônio de Posse (SP) e Manaus (AM). Também investe em parcerias com Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) na região de Campinas, como o Instituto Venturus, Instituto Eldorado, Instituto Tecthus e HwIT. Em Manaus, conta com laboratório próprio no Instituto Conecthus e coopera com o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico Manaus (INDT), o Instituto de Tecnologia e Educação Galileo da Amazônia (ITEGAM) e universidades públicas, como a Universidade Estadual do Amazonas e o Instituto Federal do Amazonas.
“A unidade no Brasil é a única da ADATA no mundo responsável pelo encapsulamento de circuitos integrados de memória a partir dos chips importados na forma de ‘wafers’ de Silício, atendendo a todos os fabricantes de computadores, Smart TVs, de equipamentos de automação comercial e outros dispositivos. Esse diferencial reforça nosso compromisso com a excelência e com o desenvolvimento tecnológico nacional”, afirma o presidente.






