A quinta edição do Microsoft Certification Challenge está com inscrições abertas. A iniciativa é promovida pela DIO em parceria com a Microsoft e oferece três bootcamps gratuitos voltados à preparação para certificações técnicas da empresa.
O programa é direcionado a profissionais de tecnologia que buscam validação formal de competências e acesso a oportunidades internacionais, como o Hackathon Microsoft.
Ao todo, são três trilhas preparatórias:
- AI-102 – Foco em desenho e implementação de soluções de inteligência artificial no Microsoft Azure. (Inscrições aqui)
- AZ-204 – Voltado ao gerenciamento e à escalabilidade de microsserviços em nuvem com Azure. (Inscrições aqui)
- DP-100 – Formação em treinamento de modelos de machine learning e ciência de dados na plataforma Azure, com carga horária de 28 horas. (Inscrições aqui)
Os 250 primeiros participantes que concluírem cada trilha receberão um voucher gratuito para realizar o exame oficial da Microsoft. A medida reduz o custo de certificação, considerado uma das principais barreiras para profissionais que buscam reconhecimento formal no mercado.
Além disso, os alunos que obtiverem a certificação dentro do prazo estabelecido poderão participar do Innovation Challenge Hackathon da Microsoft, evento internacional que reúne desenvolvedores para a criação de soluções tecnológicas. A premiação pode chegar a US$ 10 mil.
Projeto brasileiro venceu última edição
Na edição anterior do hackathon, uma equipe formada por alunos da DIO venceu a competição. O grupo, composto por Demerson André, Danilo Luque e Adriano Lopes, apresentou a solução AgroHelpdesk e conquistou o prêmio máximo de US$ 10 mil.
O projeto simula um service desk “AI-first” voltado ao agronegócio, capaz de classificar e direcionar chamados automaticamente, além de integrar diferentes agentes especializados com tecnologias Microsoft.
“A coisa mais legal do Hackathon é esse desafio. Você tem um período curto para fazer um projeto. Você tem que entregar alguma coisa funcional, não pode só rascunhar uma ideia, ter alguma coisa que rode para a pessoa que vai avaliar ter a capacidade de ver funcionando”, afirmou Demerson, cientista de dados e professor universitário.
Já Danilo, chapter lead no Bradesco, destacou: “adquirir conhecimento nunca é demais. É uma coisa que você leva para o resto da sua vida. Ainda mais na área de tecnologia. É claro que tem algumas alguns itens que a gente trabalha já conhece, já aplicou em projetos. Então, acaba ajudando um pouco.”
“O que anima participar é aprender a fazer coisa diferente que vamos prototipar, usar serviços que a gente não usa no dia a dia, vai trabalhar com tecnologias muito diferentes que às vezes a gente trabalha”, complementou Adriano.






