Cibersegurança

TI Safe lança livro sobre segurança cibernética em sistemas ciberfísicos

Publicação aborda proteção de ambientes industriais, urbanos e infraestruturas críticas conectadas

Tempo de leitura: 2 minutos


A TI Safe lançou neste mês o livro Segurança cibernética de sistemas ciberfísicos: resiliência, conformidade e defesa cibernética em infraestruturas críticas conectadas, voltado à discussão sobre a proteção de ambientes industriais, urbanos e de infraestruturas críticas em um contexto de crescente digitalização.

A obra foi escrita por Marcelo Ayres Branquinho, CEO da TI Safe, e por Thiago Braga Branquinho, CTO da companhia. O conteúdo apresenta uma abordagem aplicada à concepção, proteção e operação de sistemas ciberfísicos (CPS), considerando a integração entre automação industrial, Internet das Coisas, redes 5G, computação em nuvem, edge computing e inteligência artificial. O livro foi publicado pela Alta Books, tem 504 páginas e está disponível em pré-venda na Amazon.

Segundo os autores, o material busca relacionar conceitos de resiliência operacional, conformidade regulatória e defesa cibernética às práticas adotadas no ambiente operacional. “Ela nasceu da necessidade de traduzir a segurança cibernética de sistemas ciberfísicos para a realidade do campo operacional. Hoje, não estamos mais falando apenas de TI ou de automação isoladamente, mas de ambientes altamente interconectados, que sustentam fábricas, cidades inteligentes e infraestruturas críticas. O objetivo é auxiliar empresas a proteger operações essenciais em um cenário de ameaças cada vez mais sofisticadas”, afirma Marcelo Branquinho.

Thiago Branquinho ressalta a evolução do perfil das ameaças cibernéticas nos próximos anos, com maior uso de automação e inteligência artificial.

“Entramos definitivamente na era da IA defensiva. Defender infraestruturas críticas com processos manuais ou modelos estáticos não é mais suficiente. Neste novo livro, mostramos como a IA pode e deve ser usada para ampliar visibilidade, antecipar ameaças e fortalecer a resiliência de sistemas ciberfísicos, sem perder aderência às normas e à realidade operacional. A segurança precisa evoluir na mesma velocidade da tecnologia que sustenta o mundo físico”, diz.

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