Com a inteligência artificial ganhando espaço nas empresas, o livro “IA para Negócios – Guia Prático para Pequenas e Médias Empresas” busca mostrar como a tecnologia pode gerar resultados concretos também para companhias de menor porte. Escrito por Aline Lefol, CEO e fundadora da IA2YOU, em parceria com Tiene Colins, o guia apresenta soluções acessíveis para democratizar o uso da IA e fortalecer a competitividade das PMEs brasileiras.
O evento de lançamento está marcado para o dia 22 de outubro, às 19h, na Livraria Martins Fontes da Avenida Paulista (SP). A obra, publicada pela Editora Labrador, também estará disponível em formato e-book.
De acordo com Lefol, a inteligência artificial representa um marco para a competitividade empresarial. “O desafio das PMEs não é apenas acessar tecnologia, mas aplicá-la de forma estratégica, escolhendo casos de uso que tragam resultados concretos em semanas ou poucos meses, sem sobrecarregar recursos e equipes. É possível começar com projetos pequenos, aprender com cada passo e evoluir gradualmente, colhendo benefícios rapidamente,” afirma a especialista.
O livro destaca que o momento atual marca a Era dos Agentes Autônomos — sistemas capazes de tomar decisões e executar processos sem supervisão contínua, tornando a IA uma verdadeira parceira de negócios. Para as PMEs, isso possibilita automatizar áreas como vendas, atendimento, marketing e gestão de estoques, com baixo investimento e impacto mensurável, liberando tempo e recursos para inovação. Segundo o levantamento, 88% dos early adopters relatam retorno sobre investimento em pelo menos um caso de uso, mostrando que mesmo empresas menores podem alcançar resultados tangíveis em pouco tempo.
Para Tiene Colins, consultora em inteligência artificial e coautora da obra, o erro mais comum entre empreendedores está em iniciar projetos de IA sem alinhamento claro com as prioridades da empresa e sem definir métricas de sucesso. “O livro mostra que já existem ferramentas práticas e acessíveis e de fácil implementação, inclusive as de Low-Code e No-Code, que permitem dar os primeiros passos rapidamente. Mas não basta começar: é fundamental orientar a IA pelas metas da empresa, repensar processos para gerar resultados concretos e estabelecer métricas desde o início. Dessa forma, os pilotos deixam de ser experimentos isolados e passam a contribuir para o crescimento real do negócio”, comenta.
Lefol reforça que, quando bem aplicada, a IA não é privilégio das grandes corporações. “Ela transforma empresas de todos os tamanhos, aumenta produtividade, melhora a experiência do cliente e cria vantagem competitiva duradoura em curto período. Para as PMEs, representa uma oportunidade única de crescimento e inovação, tornando a tecnologia uma parceira estratégica para o futuro,” conclui.






