A Salesforce desenvolveu o Playbook de Fluência em IA, baseado na própria experiência da empresa ao implantar agentes de IA internamente como “Cliente Zero” do Agentforce.
Atualmente, todos os funcionários da companhia utilizam agentes em suas rotinas, e a maioria afirma se sentir confiante no uso de ferramentas de IA para apoiar a produtividade.
De acordo com a empresa, em um ano o uso do Agentforce no Slack resultou na economia de mais de 500 mil horas de trabalho. Já o Engagement Agent atuou em mais de 190 mil leads junto à equipe de vendas, enquanto o Service Agent respondeu a mais de 2 milhões de solicitações de suporte na área de atendimento ao cliente.
A Salesforce afirma que os agentes de IA têm ampliado as possibilidades para os profissionais ao automatizar tarefas repetitivas e apoiar decisões. No entanto, para que esse potencial se traduza em resultados consistentes, é necessário que os funcionários tenham conhecimento, habilidades e ferramentas adequadas para colaborar com agentes de IA.
Segundo a empresa, a construção dessa fluência passa por três frentes: engajamento com IA, voltado à confiança e à percepção dos funcionários; ativação de IA, com foco na adoção contínua no dia a dia; e especialização em IA, que envolve o desenvolvimento de competências humanas, agênticas e de negócios.
“Estamos focados nas habilidades mais importantes que são necessárias para hoje e para o futuro”, disse Ali Bebo, Chief Human Resources Officer da Pearson. “Hoje é tudo sobre agilidade de aprendizado – habilidades humanas como aprendizado, adaptabilidade, comunicação e pensamento crítico são muito importantes para a era da IA agêntica”, acrescentou.
A discussão sobre fluência em IA se soma ao debate sobre letramento em inteligência artificial, apontado como uma competência complementar para apoiar o uso responsável e eficaz dessas tecnologias no ambiente corporativo.






