Uso corporativo de IA

Assistentes virtuais lideram uso de IA nas empresas brasileiras, aponta Zappts

Levantamento mostra avanço de aplicações como análise preditiva e automação de processos, enquanto IA se consolida como elemento obrigatório da estratégia digital.

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Uma pesquisa realizada pela Zappts sobre o panorama da Inteligência Artificial no Brasil indica que os assistentes virtuais são hoje o uso mais comum de IA no ambiente corporativo. Segundo o levantamento, 69,4% das empresas já utilizam essas soluções ou planejam adotá-las em breve. Em seguida aparecem duas aplicações consideradas estratégicas: análise preditiva e automação de processos (RPA), ambas com presença ou intenção de adesão em 54% das organizações.

A adoção de assistentes virtuais acompanha a demanda por atendimento mais rápido em um cenário em que consumidores se mostram menos tolerantes a longas esperas e respostas imprecisas. Essas ferramentas ganham espaço por oferecer uma forma de interação contínua, com disponibilidade permanente e capacidade de identificar e resolver demandas em poucos segundos.

Para Pablo Augusto, CEO da Zappts, o levantamento reflete uma mudança estrutural no ambiente digital brasileiro. “A inteligência artificial deixou de ser vista como um diferencial competitivo ou uma aposta incerta. Hoje, a maioria das empresas já reconhece que ela é uma exigência para qualquer estratégia de crescimento”, declarou.

O executivo avalia que, quando bem aplicada, a IA muda a forma como as organizações atuam ou se reinventam no setor. “Ela proporciona ao cliente respostas ágeis para as dúvidas recorrentes no atendimento. E quando essa interação é personalizada e eficiente, a experiência do cliente se torna diferenciada, gerando resultados concretos”, concluiu.

O estudo indica ainda que a tecnologia já permeia discussões estratégicas, processos internos, atendimento ao consumidor e rotinas de tomada de decisão. Esse avanço leva lideranças a revisarem modelos de negócios, enquanto equipes precisam se preparar para novas dinâmicas de trabalho. O movimento também pressiona empresas a lidarem com desafios de responsabilidade, alinhamento técnico e impacto organizacional. Nesse contexto, entender como a IA se integra às operações passa a ser um diferencial entre estagnação e avanço.

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