Driva quer dobrar faturamento e abrir 60 vagas em 2025 com IA voltada à prospecção de clientes

Startup paranaense aposta em automação inteligente para escalar operações B2B, reforçar presença em setores tradicionais e crescer no mercado nacional

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A Driva, startup focada em soluções de inteligência comercial para vendas entre empresas, tem planos ambiciosos para 2025. Com sede em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), a companhia pretende dobrar seu faturamento em relação ao último ano, ampliar a base de clientes e abrir mais de 60 vagas em áreas como engenharia de dados, tecnologia, vendas enterprise e sucesso do cliente.

Fundada com foco na eficiência de processos comerciais, a Driva afirma que já atende mais de 15 mil empresas em todo o país. Em 2024, a startup registrou crescimento acelerado, com destaque nos segmentos de tecnologia, jurídico, indústria e serviços financeiros. Para o próximo ano, a meta é consolidar sua posição como referência nacional em geração de demanda com o uso estratégico da inteligência artificial.

“Nossa missão é transformar a maneira como as empresas abordam o processo de vendas B2B. Temos um foco muito claro: ajudar os times comerciais a ganharem eficiência, previsibilidade e escala com o apoio de dados concretos e automação inteligente”, afirma Patrick de César Francisco, CEO e cofundador da Driva.

A empresa lançou em junho a nova versão da plataforma Hub Driva, que traz como destaque um copiloto de IA integrado ao WhatsApp. A tecnologia permite localizar empresas por CNPJ ou geolocalização, montar dossiês personalizados em poucos minutos e identificar sinais de intenção de compra com base em dados públicos e comportamentais.

Outro avanço é o desenvolvimento de um agente SDR autônomo, capaz de realizar contatos iniciais, qualificar leads e agendar reuniões de forma automática. “Muitas equipes perdem tempo com bases genéricas, sem critério de segmentação, e acabam investindo energia em contatos que não têm potencial de conversão. Estamos mudando essa lógica com tecnologia nacional e aplicação prática no dia a dia comercial”, explica Patrick.

Lívia Alves, sócia e Chief Revenue Officer da Driva (foto: divulgação)

Segundo Lívia Alves, sócia e Chief Revenue Officer da Driva, estruturar uma boa etapa de pré-venda ainda é um obstáculo para muitas empresas do setor B2B.

“É comum ver times comerciais sobrecarregados, com baixa produtividade, por falta de direcionamento. Quando o vendedor sabe com quem falar, no momento certo, e com uma abordagem certeira, o resultado aparece. A tecnologia entra para apoiar essa eficiência”, afirma.

A Driva tem como foco principal a geração de demanda e a automação da prospecção comercial. A proposta é oferecer ao time de vendas listas segmentadas com base em inteligência de mercado, integrando toda a jornada de engajamento com IA aos sistemas já utilizados pelas empresas clientes.

De acordo com os fundadores, o diferencial da Driva está na combinação entre dados proprietários, automação e personalização em escala. “Não estamos apenas entregando leads. Entregamos contexto, intenção de compra e as ferramentas para o time comercial agir com rapidez e precisão. Esse é o caminho para transformar vendas em uma ciência de dados aplicados”, conclui Patrick.

Com a evolução das tecnologias e a busca crescente por previsibilidade de receita nas operações B2B, a Driva aposta em um modelo cada vez mais consultivo e integrado ao núcleo estratégico das empresas. A expectativa é ampliar sua presença em setores tradicionais e firmar-se como o principal player nacional de inteligência comercial até o final de 2025.


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