Com a meta de ultrapassar os 100 mil clientes até o final de 2025, a startup Jota aposta na combinação de IA e praticidade para simplificar o cotidiano de empreendedores e pessoas físicas. A companhia desenvolveu um assistente financeiro e pessoal com inteligência artificial conversacional que opera diretamente no WhatsApp.
O Jota surgiu com o objetivo de reduzir a complexidade e a burocracia das operações financeiras por meio do Open Finance e “a um áudio de distância”, otimizando as rotinas de empreendedores, consumidores e empresas no Brasil.
Além disso, a empresa disponibiliza soluções de suporte além do setor financeiro, com serviços como o Jota Tarefas, uma funcionalidade que possibilita automatizar desde lembretes básicos até atividades mais elaboradas, como programar o envio de folhas de pagamento, organizar balanços semanais e gerar QR Codes de cobrança em datas determinadas.
“Queremos ser o braço direito daqueles que necessitam de apoio nas burocracias cotidianas — sejam pessoas físicas ou jurídicas — assegurando mais rapidez e acessibilidade com soluções simples, objetivas e no idioma que o brasileiro já domina: o WhatsApp”, afirma Davi Holanda, CEO e um dos cofundadores da empresa.
Ao lado de Davi, Marcelo Leite, CPO da companhia e profissional com aproximadamente 10 anos de experiência em finanças, tecnologia e setor bancário, também esteve entre os fundadores do Jota. Criada em 2025, a startup já conta com um grupo de investidores. A empresa recebeu investimento de R$ 60 milhões em rodada Seed liderada pela Maya Capital, com participação da BigBets, Bogari Capital, Norte Ventures, HOF Capital — também investidora da OpenAI e da Stripe —, Alter Global, além de investidores-anjo de destaque do setor.
“A forma como os clientes utilizam os produtos é ‘jurássica’. Precisamos crescer, evoluir e inovar. Justamente por isso apresentamos uma solução com IA nativa e WhatsApp First, que, pensada para o Brasil real, adota uma comunicação que respeita os sotaques, as rotinas e os desafios dos pequenos empreendedores”, conclui o CEO do Jota.






