A Think, empresa brasileira de tecnologia e transformação digital, anunciou uma nova oferta voltada à modernização de aplicações legadas. Chamada de Think AI Reinvent Application Modernization, a iniciativa combina inteligência artificial, observabilidade e governança para acelerar a transformação de sistemas antigos em plataformas mais modernas, escaláveis e preparadas para novos modelos de negócio.
Segundo a empresa, a proposta busca ir além da migração de código, incorporando recursos de IA e análise de dados para preservar o conhecimento acumulado nas aplicações ao longo dos anos e apoiar a evolução tecnológica das organizações.
“Os sistemas legados concentram décadas de conhecimento e experiência acumulados e sustentam operações críticas nas empresas. Transformar essas aplicações exige muito mais do que migrar código; é preciso compreender, preservar e reinventar esse patrimônio”, afirma Daniel Carrasco, diretor de tecnologia da Think. “Acreditamos que a próxima geração da modernização será definida pela convergência entre IA, observabilidade e governança, permitindo que as organizações acelerem a inovação sem perder a essência do seu negócio”, acrescenta.
A oferta está estruturada em três pilares. O primeiro é a governança e execução dos projetos, área na qual a Think atua como integradora responsável pelo planejamento da arquitetura, definição da estratégia, gestão de riscos, elaboração do roadmap e condução da implementação.
O segundo pilar envolve o uso de inteligência artificial generativa por meio do modelo Claude, da Anthropic. Após integrar o ecossistema de parceiros da empresa, a Think passou a utilizar a tecnologia para acelerar a compreensão de sistemas legados, interpretar regras de negócio, gerar documentação técnica, apoiar processos de tomada de decisão e ampliar a produtividade das equipes.
O terceiro componente é o Cortex, plataforma proprietária desenvolvida pela empresa para observabilidade de negócios e inteligência aplicada à modernização. A ferramenta reúne informações técnicas e indicadores de desempenho para fornecer uma visão contínua das aplicações, processos, dependências e resultados, permitindo acompanhar métricas, riscos, impactos e geração de valor ao longo dos projetos.
De acordo com a Think, a abordagem foi desenvolvida para apoiar empresas que buscam reduzir dependências tecnológicas, preservar o conhecimento incorporado aos sistemas legados, acelerar iniciativas de modernização com apoio de inteligência artificial e evoluir para arquiteturas baseadas em APIs e microsserviços. A proposta também pretende ampliar a visibilidade sobre os projetos e fortalecer a tomada de decisões orientadas por dados e indicadores de negócio.






