De olho nos chatbots

Com investimento de R$ 20 milhões, Oria lança plataforma para monitorar presença de marcas em respostas de IA

Solução baseada em Generative Engine Optimization busca dar visibilidade às fontes usadas por sistemas generativos

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Com um investimento inicial de R$ 20 milhões, a Oria aposta no lançamento de uma plataforma para analisar a presença de empresas em respostas geradas por IA.

A expectativa é alcançar um faturamento cinco vezes maior até 2030, acompanhando o avanço do mercado de inteligência artificial e a demanda por ferramentas que permitam às empresas compreender e otimizar sua presença em ambientes baseados em IA.

A Oria diz que sua proposta difere de abordagens tradicionais voltadas ao posicionamento digital. Em vez de executar estratégias diretamente, a plataforma atua como uma camada de inteligência, permitindo identificar quais fontes são utilizadas por sistemas de IA para gerar respostas, tanto sobre a própria marca quanto sobre concorrentes.

Segundo o fundador da Oria, Michel Alexander, o lançamento acompanha uma mudança no comportamento digital.

“A busca deixou de ser um caminho para links e passou a ser um motor de respostas. As marcas não competem mais apenas por posição no Google, mas por presença nas fontes que alimentam as inteligências artificiais”, afirma.

A ferramenta também permite mapear padrões de citação, identificar oportunidades de aumento de relevância e acompanhar como diferentes conteúdos influenciam as respostas geradas por IA. Com isso, empresas passam a entender melhor quais canais e fontes impactam sua visibilidade.

O lançamento ocorre em um momento em que empresas começam a perceber mudanças na dinâmica de tráfego e descoberta de conteúdo com o avanço da inteligência artificial. Com usuários cada vez mais habituados a respostas diretas, a tendência é que a relevância deixe de estar apenas no clique e passe a considerar a presença nas respostas.

Para Michel Alexander, essa mudança altera a lógica da internet. “Antes, quem aparecia primeiro ganhava. Agora, quem entende quais fontes estão sendo usadas pelas IAs e como elas constroem suas respostas é quem realmente terá vantagem competitiva”, conclui.

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